O custo da energia cresceu 31,5% entre 2014 e 2017 (Fonte: Abrace, em: g1.globo.com matéria publicada em 10/03/2018), enquanto a inflação acumulada no período foi de 28,86% (Fonte: IBGE). A busca por uma alternativa que tornasse a energia mais barata ao consumidor final se intensifica na medida em que este percebe diretamente dois fatores sensíveis ao seu bolso:
1) O reajuste anual da tarifa de energia extrapola a inflação;
2) A criação do sistema de bandeiras tarifárias (desde 2015) gera incidência de relevante custo adicional, oscilando mês a mês.
